segunda-feira, 24 de abril de 2017

Continua a dança


Este domingo estive a ver a RTP Memória que passou um filme de 1951  - Royal Wedding com Fred Astaire e Jane Powell.

Deu-me para aqui porque ando numa de danças e adoro ver como aquelas perninhas se mexiam.

Este filme é o que tem a tão falada cena em que Fred Astaire dança e sobe pela parede bailando no teto.

Umas cenas engraçadas para entreter uma tarde de domingo em que resolvi descansar um bocadinho frente à televisão.

Fred Astaire faleceu em 1987 mas Jane Powell continua janota nos seus 88 anos feitos no dia 1 de Abril.

Mas agora vão rir-se, ou não, do que eu descobri durante o filme. Vocês podem não achar e dizer que sou maluquinha, mas digam lá se o nosso Presidente Marcelo Rebelo de Sousa não se parece com Fred Astaire?

Quando não há coisas sérias para fazer inventam-se outras para passar o tempo em descanso.

Eu coloco aqui o Fred no centro com dois planos diferentes de MRS e vocês vão dar a vossa opinião.











Que tal acham? São os meus olhos, ou nem por isso?


domingo, 23 de abril de 2017

LA LA LAND again and yet ...

 
Não sei se viram o filme e se viram não sei se gostaram.
As opiniões divergem e por mim, já vos tinha dito: Gostei!
 
É evidente que sabiam que era um filme musical e como tal pretendeu ser uma mistura dos géneros dos musicais mais antigos e mais modernos, segundo ouvi dizer numa entrevista ao realizador Damien Chazelle e por isso uma coisa levezinha, uma estória de amor que não acaba da melhor maneira, mas será que as estórias de amor acabam  bem?
Tenho as maiores dúvidas e quanto mais à séria, mais difícil o desfecho.
 
Por isso não é por aí que algumas pessoas não gostaram.
 
Ah! Tem muita fantasia. Já se viu subir no ar e dançar nas estrelas? (este comentário ouvi eu mesma).
E então Serenata à Chuva não teve?
É normal ao mesmo tempo que se canta à chuva subir aos candeeiros?
 
Mas para além de tudo isso, o que me enlevou foi mesmo toda a parte musical do filme.
 
E já agora ouçam alguns dos temas nestas interpretações com violino, viola e piano e digam lá se não se sentem agarrados.

 
 

 
 
Bom fim de semana ...
 
 
 

quinta-feira, 20 de abril de 2017

Hoje é outra coisa ...

 
Hoje mudámos de género. Mais choradinho, muito a preceito, dá para muitos gostos e faz lembrar momentos mais ou menos felizes.
 
Alguém já dançou um tango como deve de ser e com um par à séria? Eu dancei alguns mas não muito como deve de ser porque embora adore dançar, não sou nenhuma expert.
Mas a coisa resolve-se porque a dança me dá um certo gozo e me faz esquecer as tristezas da vida.
 
Ouçam, relembrem e se for o caso e não vos doer muito as pernas, façam uma perninha porque estes sons puxam ao movimento.
 
 

 
 
Enjoy it!
 
 

domingo, 16 de abril de 2017

Act of Love


E os animais tentam sempre imitar os seus donos.

Indivíduo feliz, bicho de estimação feliz. Indivíduo desajeitado, animal desajeitado.
Dizem que esses são os fatores que provocam a imitação.

Mas neste caso são os humanos que tentaram imitar as várias situações de diferente animais nos momentos de côrte.

Há cabecinhas para tudo e esta, em minha opinião, está muito engraçada.

Mas para compararem vejam mesmo até ao fim.





quinta-feira, 13 de abril de 2017

Um presentinho de Páscoa

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Amira Willighagen tornou-se conhecida como cantora de árias de ópera e outras músicas clássicas com nove anos, sem nunca ter aprendido uma única música   Wikipédia
Nascimento: 27 de março de 2004 (13 anos), Nimega, Países Baixos
Nacionalidade: Holandês
Participou no Holanda's Got Talent onde deixou assistência e juri rendidos ao seu talento e conseguiu o passaporte dourado que a habilitou diretamente à final onde se sagrou vencedora em 28 de Dezembro de 2013.

Se quiserem ver essa  sua atuação podem passar a 
Amira Willighagen já está crescidinha, continua linda, nada convencida e agora com 13 anos feitos em Março continua a encantar todo o mundo com as suas interpretações.

Aqui podemos vê-la e ouvi-la numa interpretação de "O Sole Mio" tantas vezes quantas quisermos sem nos cansarmos, mas podem também escolher qualquer das suas interpretações que se encontram no Youtube.




Para todos vós desejos de uma


Páscoa Feliz   

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terça-feira, 11 de abril de 2017

E agora esta...


Um dia destes andava eu a remexer numas fotos antigas e ao encontrar esta deixei-a de parte para a mostrar ao meu neto que fará 13 anos daqui a um mês.

A brincadeira foi para lhe dizer que esta pequena, também de 13 anos, era neta de uma amiga minha e era para saber o que é que ele achava e se queria que eu arranjasse maneira de lha apresentar.

Ó vó, ela é gira mas um bocado antiquada para este tempo em que as raparigas não usam estes cabelos e não têm este ar.
Mas espera, tu estás a enganar-me, esta és tu!

Claro que nos tempos que correm e na generalidade as miúdas de 13 anos são bastante diferentes e salvo raras exceções usam pinturas que as fazem mais velhas e todo o ar que apresentam as aproximam mais dos 16.

E já agora digam lá se para 1963 o ar não estava de acordo com a época?

Mas deixem-me confessar-vos que não se teria perdido nada se tivesse tido a oportunidade de aumentar um pouco a ousadia e ter podido voar um pouco mais sem todos os condicionalismos que então eram impostos.

Cenas passadas e que certamente não terão cabimento nunca mais, porque eu digo sempre -
 "Nem tanto nem tão pouco"

quinta-feira, 6 de abril de 2017

Uma estória cá minha...


Desde pequenina e ao longo da minha vida lembro-me dos meus pais e avós chamarem com algum carinho a alguém a "senhora dos gatos" e isto porque sempre existia alguém que com desvelo e amor tratava de gatos que não só os seus e que preenchiam algum vazio da sua existência.

Tive uma luta na minha infância para ter um cão ou um gato, companhia que  sempre me foi negada pelos meus pais, mais pela minha mãe porque era quem estava em casa, dizendo que num apartamento não era possível a sua presença.

E os anos foram passando e habituei-me à ideia e mesmo depois de casada, de ter a minha casa e de ter o meu filho essa ideia perpetuou-se.

Já vos contei aqui do aparecimento da minha Riscas em Magoito e da minha indecisão de como seria ficar com ela.

Acresce que o seu aparecimento deu-se após a minha retirada um pouco compulsiva das minhas lides profissionais e tudo se conjugou para que a piquena se instalasse.

Foi sempre muito cooperante, amorosa, xixis e afins no sítio certo, umas riscadelas mas nada de mais.

Muitas vezes me pergunto o porquê da sua chegada num momento um pouco difícil da minha vida e o modo como ela foi e é importante para mim em termos de companhia e afetos.

Claro que é tratada que nem princesa e foi também a sorte dela uma vez que me contaram que tinha sido abandonada  na rua num sítio onde os cães lhe faziam a vida negra.

Hoje deixo-vos uma foto atualizada da Dona Riscas que continua no seu cantinho privativo, de onde vê o mar, as gaivotas, as rolas que nos quintais apanham o arroz que um vizinho lhes atira e até um gato amarelinho que vive no andar de baixo e que faz com ela uma conversa fiada quando se olham pela manhã.

Digam lá se não é caso para a apertar e aconchegar quando lhe pego ao colo.


Bom início de fim de semana e descansem tudo o que puderem porque esta vida anda um bocado rabiosa.


sábado, 25 de março de 2017

Já sabiam??

 
E fomos, somos e espero que não sejamos tanto um país de emigrantes. Sobretudo as gerações passadas do continente português que emigraram maioritariamente para França, deixaram raízes, e os filhos e netos por lá continuam e vão deixando algumas marcas no seu percurso.
 
Pelos vistos mais um caso de um portugûes que vai certamente deixar a vida de trolha para se dedicar à música - assim ele tenha a sorte de lhe darem a mão.
 
Foi realmente um sucesso esta comoção geral e o facto de por trás estar a carga emocional da dedicação da canção a sua mãe que partiu, foi certamente um peso positivo na decisão final.
 
Que tenha muito sucesso e que possa alcançar o seu sonho de vir a ser cantor.
 
Ora vejam a sua atuação
 
 

 
 
 

quarta-feira, 15 de março de 2017

Miss Saigon

Hoje deixo-vos este presentinho que acabou de preencher o meu serão.

Vi a versão de 2014 filmada no Prince Edward Theater e digo-vos que me agarrou verdadeiramente pelas fabulosas interpretações.

A estória é sobejamente conhecida mas esta reposição teve a ver com o 25º aniversário da estreia inicial e, segundo me apercebi, foi uma homenagem que correu por vários países.

Se não tiverem o "Popcorn Time" também podem ver no you tube, mas a versão do Popcorn é mesmo o filme da gala.

Enjoy it!



 

quarta-feira, 8 de março de 2017

Não percam...



Foi até um dos nomeados mas, como todos sabemos, o Óscar de melhor filme foi para Moonlight.

Também é evidente que não podem ganhar todos mas, dependendo dos gostos, muitas vezes até nem ganha o que em nossa opinião era o melhor.

E exatamente porque os gostos são discutíveis, deixo-vos este meu recado: se ainda não viram, experimentem, porque a estória é comovente, a interpretação fabulosa e acima de tudo é baseado num caso verídico.


segunda-feira, 6 de março de 2017

8 anos


Pensei não referenciar a data.

Realmente o que é que isso pode interessar?

Mas no entanto achei que, nem que seja só para mim, devo salientar a nova era tecnológica a que aderi faz hoje precisamente 8 anos.

Oito anos de blogue são muitos dias de aderência à Internet  onde  tenho com algum prazer constatado a presença de amigos de longa data e ao mesmo tempo conhecido pessoas afáveis e simpáticas e onde tenho também tentado não só dar-me a conhecer como compartilhar alguns dos meus pensamentos e ideias.

Muito obrigada a todos aqueles que me visitam e me aturam e embora sem uma grande assiduidade da minha parte em  dar notícias sempre fresquinhas, fazem o favor de comentar e dizer !Presente! o que me deixa sempre muito feliz.

Mais uma vez obrigada e que nos continuemos a "encontrar-nos" neste meu cantinho por muitos anos.



quinta-feira, 2 de março de 2017

Praia do Magoito

 

 
 
Hoje descobri este vídeo e para além de outros que já existiam, acho que dá uma panorâmica geral desta praia do concelho de Sintra.
 
E agora digam lá se a "minha" praia junto ao meu heaven não é mesmo muito bonita.
 
Eu sei que não sou a pessoa certa para falar de uma localidade que me acolhe desde os meus 8 anos de idade. É evidente que se ando por aqui  há mais de meio século, tenho forçosamente que sentir um apelo por toda esta natureza, pelas águas revoltas e por toda a zona circundante.
 
No entanto, acho que vocês para partilharem da minha opinião e dar razão a este meu sentimento devem visitá-la e descobrir a beleza desta região.
 
 

terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Amanhã é dia 1 de Março


Fevereiro acabou, o Carnaval também e amanhã vamos começar Março, o mês da Primavera.

E se pensarmos bem, o Inverno vai começar a pertencer ao passado e teremos os dias maiores e mais amenos como é hábito no nosso país.

E tudo isto para aqui deixar registado que o dia 1 de Março é um dos dias do ano mais importantes para mim, digo mesmo, o mais importante.

Ser mãe foi para mim a maior realização da minha vida, mesmo tendo em conta alguns registos de outros momentos felizes.

Foi difícil há 44 anos ser confrontada com um parto prematuro, coisa de que não tinha conhecimento em nenhuma das minhas amigas ou familiares mais próximas. No entanto não deixou de preencher as minhas expectativas que a pouco e pouco se foram cumprindo e ao longo dos anos fui preenchendo os meus dias e momentos com a doce felicidade que este filho me trouxe.

A sua vida não tem sido fácil e ao longo de muitos anos de estudo, de caminhos sinuosos, de muito trabalho, de muitas noites onde o sono não conseguiu vencer a perseverança, espero que tenha finalmente chegado à porta da sua realização profissional.
E digo à porta porque o caminho escolhido obriga a uma permanente atualização não podendo nunca descurar o estudo



Só peço a Deus que o ajude a continuar a sua vida como merece após  anos de grande trabalho e preocupação e que lhe dê a paz que merece para poder seguir a sua vida em tranquilidade e felicidade.

Parabéns querido Pedro!!      




sábado, 18 de fevereiro de 2017

Hoje pensei na "VELHICE" ou antes nos "ANOSOS"






A vida corre e vai deixando o nosso rasto para as gerações vindouras, mas ao mesmo tempo damos conta do tempo que passa quando ao invés de pensarmos que MAIS um dia  passou, pensamos que já temos MENOS um dia na nossa reta final.

Vocês vão perguntar o porquê desta realidade Lapalissiana mas eu digo-vos que já dei por mim a pensar nela.

Não há dúvida que à medida que nos apercebemos de algumas realidades e concretamente refiro-me a casos que têm chegado nos últimos tempos ao meu conhecimento, mesmo que tentemos afastar este tipo de pensamentos, somos levados a cair nelas.

Desde amigas que lutaram com doenças graves e algumas acabaram por falecer, a familiares de familiares que morreram durante o sono sem que nada o fizesse prever, tudo tem chegado para empolar estas ideias.

Sou há muitos anos sócia da organização AMARA - Associação pela Dignidade na Vida e na Morte

"A AMARA propõe-se fazer um acompanhamento psico-existencial de pessoas com doença crónica, avançada e progressiva e suas famílias, no domicílio, hospitais, e outras instituições. Preparar voluntários e profissionais de saúde para esse fim. Contribuir para que a doença, o envelhecimento e a morte sejam encarados como parte do processo natural que é a vida."

E por verdadeira escassez de tempo face ao meu presente não tenho conseguido colaborar como gostaria e por isso contribuo apenas para que possam com mais um e com mais outro associado tentar chegar aonde se propõem em solidariedade. Ao mesmo tempo aprende-se muito com o que nos passam sobre verdadeiras realidades.

E tudo isto para vos dizer que  devemos tentar viver cada dia como se fosse o último ou a véspera do último, não deixando que alguns sentimentos nos impeçam de tentar ser sempre um pouco mais felizes.

Eu por mim bem tento, mas às vezes é muito difícil - bem prega Frei Tomás...




terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

And the winner is....


De mão amiga recebi este mail que não quis deixar de partilhar porque a maior parte das vezes é uma dura realidade.

Parece-me bem que a culinária seja considerada uma arte de grande prestígio, mas que seja usada para enganar os referidos "parolos" é um pouco de mais. E, mesmo sendo assim, lá vão ganhando os prémios e menções honrosas para que conste nos diplomas que engalanam as paredes dos seus restaurantes.

Mas Também é verdade que SÓ LÁ VAI QUEM QUER e eu diria mesmo QUEM PODE, porque a gracinha pode custar uma boas dezenas de euros.

Então, avancemos:

A culinária de “chefs” é um verdadeiro embuste: uma montra de vaidades, um exercício publicitário, um engodo para parolos… Ainda bem que se começa a dizer finalmente que o rei vai nu!





Sou um tipo moderno. E chique. Muito chique. Por isso não podia deixar de entrar num restaurante gourmet da moda. Vesti um Armani que comprei num saldo dos chineses, calcei umas sapatilhas com uma vírgula estampada que regateei ao ciganito da feira e esvaziei, pelo pescoço abaixo, meio frasco de Chanel dos marroquinos.
E foi assim, cheio de cagança, como mandam as regras do pelintra luso, que fui jantar ao tal restaurante, gerido por um “chef” reputado com categoria internacional e olímpica.
Tramei-me! Antes tivesse ido ao tasco da esquina aviar uma bifana! Confesso que já levei muita tanga, mas como esta, nunca! Passei fome, fui gozado e fui roubado!
Sempre achei que cozinhar era um acto de descontracção, de partilha, de alegria, de afecto. E eu devia desconfiar, porque aqueles concursos gastronómicos das TVs transformaram uma actividade social sadia, numa agressão stressante, provocadora de lágrimas e depressões. Já para não falar das parvoíces dos mestres cozinheiros da moda, cujos pratos estapafúrdios e minimalistas se apelidam agora de “criatividade culinária”.
Colocaram-me um prato à frente que foi mais difícil de decifrar que as palavras cruzadas do JN ao domingo. Um prato que exibia 5 cm2 de um pobre robalo que pereceu inutilmente só para lhe extraírem um pedacito do cachaço, meia batata engalanada com um pé de salsa, e 2 ervilhas a nadarem numa colher de chá de um azeitado molho de escabeche, bem disfarçado com um nome afrancesado que nem vem nos dicionários. Para remate, três riscos de uma substância pastosa, estilo Miró, para preencher os restantes 90% do prato vazio.
E o bruto do português, habituado à sua travessa de cozido e ao panelão de feijoada, olha para aquilo com uma cara de parvo capaz de partir todos os espelhos lá de casa.
Esboça-se um sorriso amarelo, engole-se em seco, diz-se que está tudo óptimo ao empregado de mesa que mais parece uma melga à nossa volta, e enfiam-se dois Xanaxs quando nos metem a conta à frente. E, a muito custo, cala-se o berro de duas peixeiradas à nortenha que nos vai na alma.
Nunca mais lá volto. E sabem que mais?
Porque se quero comer aperitivos, como bolinhos de bacalhau e tremoços, que são muito mais saudáveis e baratos.
Porque para ver pintura abstracta, vou a uma exposição.
Porque detesto jantar uma comida onde toda a gente meteu as mãos.
Porque para ser roubado bastava ir à Autoridade Tributária, vulgo Finanças.
E, acima de tudo, porque desconfio de um cozinheiro que vive e trabalha com a ambição obsessiva de ser medalhado por "uma companhia de pneus".

© Copyright  - ncultura.pt

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Pronto, já está...

 
E lá fui ver o La La Land.
 
Pois digo-vos que já tinha ouvido várias opiniões, desde o não gostei, nada de especial, muito engraçado, vê-se muito bem, sem pés nem cabeça, nada que se compare a outros...
 
Não há nada como emitirmos a nossa própria opinião e para isso temos de ver com os nossos próprios olhos.
 
Digo-vos que gostei. Dispõe muito bem, as músicas são boas e embora a estória seja muito levezinha, o conjunto está engraçado.
 
Não devemos fazer comparações com outros musicais e muito menos recuar nos anos até, só falo na minha época, um West Side Story.
 
Claro que depois deste tivemos muitos outros com géneros diferentes que ficarão para a história - Música no Coração, My Fair Lady, Cabaret, Moulin Rouge...
 
Mas nada nos obriga a ter de os comparar. Vi este com agrado , saí bem disposta e até recomendo para passarem uns bons momentos de distração.
 
E agora, para quem ainda não viu, ficam aqui uns bocadinhos para uma ideia geral.
 

 
 
 

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Hoje é dia 1 de Fevereiro...........PARABÉNS!!!


Na impossibilidade de o fazer pessoalmente, pela distância e não só, aqui fica o meu presentinho de aniversário, desejando que durante muitos anos possa receber muitos mais porque é sinal de que vamos continuando por cá.





e ainda .....


Soneto de aniversário

Passem-se dias, horas, meses, anos
Amadureçam as ilusões da vida
Prossiga ela sempre dividida
Entre compensações e desenganos.

Faça-se a carne mais envelhecida
Diminuam os bens, cresçam os danos
Vença o ideal de andar caminhos planos
Melhor que levar tudo de vencida.

Queira-se antes ventura que aventura
À medida que a têmpora embranquece
E fica tenra a fibra que era dura.

E eu te direi: amiga minha, * esquece...
Que grande é este amor meu de criatura
Que vê envelhecer e não envelhece.

* amigo meu



domingo, 29 de janeiro de 2017

Vá lá para desanuviar...

 
Hoje que este domingo está prestes a chegar ao fim, estou especialmente cansada por toda a faina em que andei.
 
Tudo o que fiz, desde os afazeres domésticos - pôr roupa a lavar e depois ter de a secar fora pois o dia não deixou que o sol fizesse o seu trabalho, passar a ferro, visitar a minha tia no lar, compras no supermercado, enfim, mais não digo para não vos cansar a vocês, sem falar no meu estimado joelho, que depois de tudo isto resolveu protestar - consegui provar de tudo um pouco.
 
Mas depois de tudo isto, apetecia-me desanuviar, e para mim desanuviar é especialmente com música.
 
Comecei pela Maria Callas, que adoro, mas deu-me nostalgia e eu precisava de algo mais enérgico que me fizesse bater o pezinho mesmo debaixo da mesa do computador.
 
E não é que, nem de propósito, encontrei este vídeo que nos leva, através de décadas que ficaram para trás, a recordar momentos que não se apagam facilmente da memória, ou de quem os viveu, ou de quem teve simplesmente a oportunidade de assistir mais tarde no cinema às cenas maravilhosas de música e movimento.
 
E como gosto que gostem do que eu gosto, aqui vos deixo para poderem também recordar e bater o pezinho, se for caso disso.
 

 
 
E comecem bem a semana para conseguirem chegar a sexta feira com muita saúde e boa disposição.

 
 

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

E mais este...


E mais os outros que virão enquanto tudo for mexendo e o coração bater.

Esta chuva, este dia cinzento,  não dão grande alegria à alma e até por vezes se sente uma sensação de nostalgia que se agrava à medida que o dia vai avançando.

Não estou nos meus melhores dias porque quer a saúde, quer os meus "environments" não estão de feição, mas temos de seguir em frente porque, nesta passsagem, tudo faz parte - as alegrias, as tristezas and so on.

Os meus posts são muito para aligeirar as pressões, porque desgraças, política e não só, esta última além de ser para os entendidos, só nos confirmam aquilo com que os media nos metralham todos os dias e a toda a hora, confirmando que o mundo continua a girar com os seus conteúdos de grande infortúnio.

Mas deixando para lá as desditas, ultimamente tenho visto alguns filmes e devo dizer-vos que tenho acertado nas minhas escolhas.

Saliento The Light Between Oceans,  Brooklin,  Julieta, este último de Almodovar que por si só e para mim já é uma garantia porque aprecio e muito, a realidade contida nos seus filmes . Possivelmente já todos os viram porque são de 2016, mas como as minhas idas ao cinema não têm sido muito regulares, aproveito para os ver no quentinho e há medida que vou tendo um tempinho livre.

Já agora e se quiserem, fiquem com o trailer do primeiro  para vos aguçar a curiosidade, se for caso disso.





Boa continuação, com muita saúde e preparem-se para o fim de semana que aí vem que, pela meteorologia, convida ao remanso do lar.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Este dia...


A noite passada foi caracterizada pelo nevoeiro que se estendeu ao longo da manhã e quase todo o dia em alguns sítios da cidade.

Também teve a sua graça quando circulei pela cidade de manhã e mais propriamente na zona da Fonte Luminosa tive de manter os médios ligados e quando saí do carro o frio era intenso com uma brisa bem para o mais que fresquinho.

Por volta do meio dia o sol brilhou só para alguns e eu tive o o privilégio de chegar a casa com sol e com uma temperatura mais amena.

Hoje foi dia de aniversário de uma grande amiga (comadre/mana) e fomos almoçar aqui na zona de Algés dando depois um passeio e tendo visitado o MAAT,  local onde ainda não tinha ido, pois prefiro sempre aguardar as calmarias que sucedem às euforias dos primeiros tempos.

Se vos disser que o sol brilhava na zona, mais propriamente em alguns sítios da zona, mas que o vento que soprava, e não vou exagerar, era igual ao que já apanhei na Serra da Estrela em dias de sol, não se compadecendo da beira mar que quase sempre torna amenas as temperaturas. Era de pingo no nariz e lágrimas nos olhos. 

Digo-vos que achei graça porque não estou habituada a este tipo de temperaturas mesmo aqui à beirinha dos meus sítios.

E quanto ao MAAT gostei muito mas teremos de aguardar pelos finalmentes que acontecerão lá para Março.

As fotos não foram tiradas por mim porque não levei a minha maquininha sendo resultado da objetiva de um telemóvel e embora não estejam muito nítidas, deram para registar os momentos. 

E eu, que sou encalorada, senti-me bem com um cachecol daqueles em círculo, que se enrolam à volta do pescoço e as minhas pernas, que adoram o frio, andaram sem reclamar e o meu joelho nem deu sinal de contente que estava com o fresquinho.

Digam lá se não estava uma paisagem linda?




E agora, desejo que tenham um bom final de semana porque amanhã já é sexta feira e não se esqueçam que o fim de semana é já a seguir.