sábado, 16 de junho de 2018

Um passeio pelo Tejo


Hoje foi uma tarde diferente!

Tínhamos uma oferta de um passeio pelo Tejo em veleiro e tínhamos de o fazer senão caducava o prazo.

E lá marcámos mais os nossos compadres (a oferta era para os quatro), só que não contávamos que a marcação feita para o dia 16 de Junho tivesse por companhia um vento que soprava com quanta força tinha.

Saímos da Doca de Belém, junto ao Monumento dos Descobrimentos, seguimos até à Torre de Belém, voltámos até ao Terreiro do Paço e aí voltámos para trás de novo até à Doca de Belém.

Eu gostei da adrenalina, mas só vos digo que não foi fácil ver e sentir o barco a adernar à esquerda e à direita e nós fazendo uma força extra para nos equilibrarmos. O velejador dizia: estejam bem que isto não vira!?!?!?!? Ah, pois é! E quem é que garantia que não virava? Só ele pois claro.

Mas digo-vos que é uma experiência única, porque aquilo sem vento seria giro da mesma maneira, mas não era a mesma coisa.

E agora, talvez consigam, com as fotos que aqui deixo, ter uma pequenina perceção da odisseia no Tejo.






quarta-feira, 16 de maio de 2018

"Amélia dos olhos doces"



No dia a seguir ao seu nascimento parece-me poder homenagear a minha neta Amélia com uma linda canção de todos os tempos na linda voz de Carlos Mendes; até porque era a canção que meu pai cantava a minha mãe por ser Amélia tendo-lhe em determinada altura oferecido o single, em vinil, imaginem. Pois ainda o temos, mas já é difícil ouvi-lo porque está muito velhinho.


Então digam lá se esta melodia não assenta sempre bem, aos ouvidos dos mais velhos mas também aos mais novos.







terça-feira, 15 de maio de 2018

Amélia


Olá, olá a todos!!!!!
Pois chegou a minha hora e cá estou eu.
Sou a Amélia, nasci na maternidade do Hospital de Cascais Dr. José de Almeida hoje, 15 de Maio de 2018 às 17,37 h, peso 3,200 Kgs e sou a filha da Daniela e do Pedro.
Eu e a minha mamã estamos bem, embora esta coisa de nascer não seja o mais fácil de tudo, mas vocês que também passaram por isto há mais tempo certamente já não se lembram.
Estou a servir-me do Blogue da minha avó TERESA para dar a notícia a todos os familiares e amigos para depois não dizerem que ela não vos deu a novidade.
E dar por dar, assim dou eu que sou a interessada em vos vir a conhecer oportunamente.
Agora é só esperar que o tempo passe. Não viram como está o meu mano Miguel que parece que ainda outro dia nasceu e já tem 14 anos?
E os outros manos ? Inês, Leonor e Salvador, tão crescidos que já estão?
A gente um dia destes vê-se.
Beijinhos para todos.
Amélia



domingo, 13 de maio de 2018

12 de Maio


Está um dia atrasado mas como também deixaram de haver aqui as visitas que anteriormente por cá passavam com assiduidade, não tem importância as 24 horas de diferença.

Porque resolveram que é mais instantâneo e que se sente mais a presença dos amigos, sim porque quem entra no meu FB são mesmo os amigos que pedem amizade e que eu decido se sim ou se não.

Pedidos de pessoas desconhecidas não são aceites.

Mas vamos lá ao que interessa. O meu Miguel fez 14 anos e ontem rezava assim no meu Facebook:

"Eu hoje o que estou pensando mesmo é dar os Parabéns ao meu querido neto pelos seus 14 anos, dar-lhe muitos beijos, apertá-lo como avó galinha que sou e sobretudo desejar-lhe tudo o que de melhor houver na vida não esquecendo que o primordial é a saúde, dignidade, honra e amor pelo próximo.
Milhões de beijos querido Miguel !!!!!!!!! "

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E o que diverte ler os depoimentos de pessoas que não o veem há muito tempo?

segunda-feira, 30 de abril de 2018

Don Quixote

Para alegrar aqui fica uma das muitas interpretações de Don Quixote, neste caso por Marianela Nunes, que nos faz voar bem alto o nosso espírito.

O ballet tem esse condão sempre que alia a música, leveza, graciosidade e elegância das suas intérpretes.







quarta-feira, 25 de abril de 2018

Ecos de emoção



MEU AMOR

Meu amor meu amor
meu corpo em movimento
minha voz à procura
do seu próprio lamento.
Meu limão de amargura meu punhal a escrever
nós parámos o tempo não sabemos morrer
e nascemos nascemos
do nosso entristecer.
Meu amor meu amor
meu pássaro cinzento,
a chorar lonjura,
do nosso afastamento.
Meu amor meu amor
meu nó de sofrimento
minha mó de ternura
minha nau de tormento
este mar não tem cura este céu não tem ar
nós parámos o vento não sabemos nadar
e morremos morremos
devagar devagar.

JOSÉ CARLOS ARY DOS SANTOS