domingo, 15 de fevereiro de 2015

Glenn Miller



Já começava a ter saudades de vos dar notícias mas infelizmente por vezes as coisas não correm de feição para que possamos chegar a todos os lados que queremos.

E não é à falta de me deitar tarde mas por vezes sento-me já a noite vai alta para relaxar e assim conseguir descansar melhor, mas já só tenho cabeça para vos visitar e acalmar-me na leitura das vossas diversificadas postagens.

Podem ser horas de ir para a cama mas se o fizer sem estar menos elétrica vejo-me em apuros para adormecer.

Tomei conhecimento na revista VISÃO que esta sexta feira houve no CCB um espetáculo para recordar os velhos tempos e a herança musical de Glenn Miller. 


Para melhor vos situar, transcrevo:


"Já passaram mais de sete décadas desde o desaparecimento de Glenn Miller, na sequência de um acidente de avião, onde seguia ao serviço do exército norte-americano. Estávamos em plena Segunda Guerra Mundial e a música do talentoso trombonista era então uma das armas secretas para manter em alta o  moral das tropas. Natural do estado de Iwoa, Glenn Miller tornou-se uma das primeiras estrelas globais da música, enquanto líder de uma das big bands que marcou a era do swing, entre o final dos anos 30 e o início dos 40. Foi ele o autor de temas como In the Mood, American Patrol, Chattanooga Choo Choo ou Moonlight Serenade, hoje verdadeiros clássicos intemporais, perpetuados na memória de todos
em grande parte devido ao trabalho da Glenn Miller Orchestra, um coletivo formado em 1956 com o objetivo de manter viva a herança musical do músico norte-americano. Lidera
da pelo veterano trombonista Ray McVay, a atual orquestra é composta por duas dezenas de
jovens e talentosos músicos que, durante mais de duas horas de espetáculo, conseguem transportar
o público até aos anos 30 do século passado."


Tive imensa pena de não assistir porque a música ainda é uma das coisas que me transporta de levezinho para o sossego e meditação.


Mas já agora deixo-vos este velho "rebuçado" para ver se, com ele,  também se sentem serenos como eu.







Desejo-vos um bom final de domingo e uma feliz semana com muita saúde e boa disposição.



sábado, 10 de janeiro de 2015

Perseverança


Estávamos em  Junho de 2009 e eu publiquei aqui uma homenagem a Marcelino Sambé que então com 15 anos já começava a brilhar no mundo da dança.

Fiquei imensamente feliz quando um destes dias recebi um mail de António Laginha, Diretor do Centro de Dança de Oeiras, com um excerto de uma revista de dança onde faziam referência a Marcelino Sambé hoje já com 20 anos.

Já lá vão quase 6 anos e não restam dúvidas que os caminhos escolhidos por vezes são muito difíceis, mas com muita vontade e perseverança também se conseguem muitas vezes alcançar os objetivos.

Deixo-vos com o texto e as fotos que recebi

http://www.revistadadanca.com/wp-content/uploads/2015/01/marcelino.jpg-2.jpg


TEXTO DE ABERTURA
O jornal inglês The Independent prevê que o jovem bailarino português Marcelino Sambé, de 20 anos, seja uma das dez figuras de destaque em 2015 no mundo das artes. A par da escritora Eliza Robertson (27 anos), de Maisie Williams (17 anos), protagonista de Guerra dos Tronos, da artista Elektra KB (29 anos), de Max Hoehn, director de ópera (25anos), do comediante Dane Baptiste (33 anos), da jornalista e radialista Emma Barnett (29 anos), da actriz Laura Jane Matthewson (24 anos), do cantor-compositor Jinnwoo (27 anos) e do actor Colin Morgan, (28 anos), Sambé, que faz parte do elenco do Ballet Real de Inglaterra - a maior e mais importante companhia do Reino Unido – prepara-se para um ano em cheio (…) 

Se está interessado (a) em ler o artigo completo aceda a www.revistadadanca.com
E já agora um bom fim de semana para todos especialmente com muita saúde e alegria.

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Para vocês

 

 

 
 
O Natal já passou e quero agradecer a todos os que me enviaram amáveis votos de Boas Festas.
 
Quero ainda dizer-vos que as minhas ausências se devem a vários motivos de ordem pessoal e familiar e à inerente escassez de tempo livre que tem sido uma constante.
 
A minha ausência aqui não significa que não visite alguns de vós sempre que o tempo me permite e vos deixe algumas palavras para dizer Presente!
 
Espero que tenham tido um Santo Natal e aproveito para vos desejar umas boas entradas em 2015, em especial com muita saúde e paz e que possam alcançar no Novo Ano a concretização de algumas das esperanças que tanto desejam

 

domingo, 2 de novembro de 2014

Digam-me que não...........


Olá! olá de novo e ao fim de algum tempo.

Não tem dado por diversas razões, mas também não será o mais importante e o que interessa é que estejam bem.

Hoje venho dizer-vos uma coisa que me entristeceu - não fui PARA o meu heaven este fim de semana, mas fui AO meu heaven hoje.

Mal lá cheguei tive uma triste notícia dos meus vizinhos do lado (ambos médicos mas que só servem para pessoas e não para a "flora" do nosso ambiente), - a palmeira deles foi atacada pelo malvado bicho que nos invadiu nos últimos tempos e que, segundo ouvi, veio do norte de Africa e entrou pelo nosso Algarve, subindo e levando à frente algumas das palmeiras mais antigas do nosso cantinho.

Começam por deixar de ter folhagem no topo porque o insecto (parece uma barata de asas, castanho e do mesmo género) entra pelo cimo e faz ocar todo o tronco. Têm de ser deitadas a baixo porque não há nada a fazer. Já lá andava o jardineiro a estudar o assunto e como podem ver a folha de cima já está caída.



Eis senão quando ouço a pergunta sacramental para o meu marido: o Carlos já pensou no que vai fazer à vossa palmeira?

Eu fiquei sem respirar por breves momentos porque tenho dito várias vezes que nem me queria lembrar se acontecesse o mesmo à minha.

Eu sei que é um pouco prejudicial porque as raízes se infiltram pela terra na busca de água. Já tive a experiência com um eucalipto que se agigantou de tal modo que teve mesmo de ser cortado o que à época nos fez, (a mim e ao meu filho)  ter um desgosto.

Já aqui vos contei que aqui onde moro à beira do Tejo foram imensas as palmeiras que já morreram e que tiveram de ser cortadas e até mesmo arrancadas pela raiz.

Não só é mais um desgosto, como despesa, porque o assunto não é fácil de resolver.

Agora só me resta esperar e pedir a todos os santinhos que a minha não seja atacada, mas não é muito provável porque a outra está mesmo muito perto.

Também sei que aqui umas morreram e outras mesmo ao lado se salvaram, mas vamos ver.

Agora digam lá se, aquela minorca que eu vi crescer de pequenina e que tem acompanhado todas as horas daquela casa e que agora o faz bem lá do alto,  e que aqui vos deixo, me deixa a mim, juro que é mesmo um grande desgosto.


 

Vejam os pormenores do seu tamanho, começando pelo tronco


e acabando na altura, onde parece que ainda não tem moradores indesejados, face à robustez das folhas de cima.

 
 

Aguardemos com o tempo o que lhe está destinado, mas o que eu queria mesmo é que ela me continue a refrescar o ambiente no próximo Verão.

Façam lá uma forcinha comigo, está bem?

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Parabéns cinema português


 
Fui ver "Os Gatos não têm Vertigens" e dou os parabéns ao cinema português, ao realizador António-Pedro Vasconcelos, aos intérpretes, especialmente a Maria do Céu Guerra que já nos habituou há muito ao seu estilo, salientando o estreante João Jesus que tão bem encarna a personagem de Jó.

Deixo-vos com o resumo do PÚBLICO para conhecerem um pouco do tema.
 
"Título original:
Os Gatos não Têm Vertigens
De:
António-Pedro Vasconcelos
Com:
José Afonso Pimentel, Nicolau Breyner, Joaquim Leitão, Ricardo Carriço, Maria do Céu Guerra
Género:
Comédia Dramática
Outros dados:
POR, 2014, Cores, 124 min.
Apesar dos seus 18 anos, Jó (João Jesus) é já um rapaz desencantado com a vida.
Proveniente de uma família disfuncional, criado com pouco afecto e compreensão, acabou por se deixar influenciar pelas piores companhias do bairro. Rosa (Maria do Céu Guerra), com 73 anos, é uma mulher frágil e que se debate com a incapacidade de lidar com o recente falecimento de Joaquim (Nicolau Breyner), com quem partilhou quase toda a existência. Quando, depois de uma discussão particularmente violenta,
Jó é expulso de casa pelo pai, refugia-se no terraço de Rosa, onde decide passar a noite. Na manhã seguinte, a velha senhora descobre o rapaz e decide acolhê-lo em sua casa. Entre os dois nasce uma enorme
cumplicidade que, apesar de incompreendida por todos, se torna a cada dia mais forte e verdadeira…
Com realização de António-Pedro Vasconcelos ("Jaime"), uma história incomum sobre o amor e
a amizade entre dois seres que, contra todas as probabilidades, se completam nas suas diferenças. 
PÚBLICO"

 
E já agora fica também o trailer para melhor apreciarem algumas passagens e, se puderem e quiserem, vão ver.


quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Oura ouçam e vejam

 
(Juanjo Mena conducts BBC Proms 2013)
 
 

 
 
Para se distrairem um pouco revejam e reouçam esta maravilha de todos os tempos que consoante o desempenho dos intérpretes parece sempre renovada - o Bolero de RAVEL.
 
É uma melodia que nos deixa tranquilos e, desta vez, junta-se-lhe estes maravilhosos bailarinos e bailarinas que a engrandecem em todas as formas.
 
De vez em quando sabe bem parar um pouco e desfrutar deste tipo de coisas.
 
Boa continuação de semana e sejam felizes com saúde.