terça-feira, 29 de novembro de 2011

Especialmente para o João




Hoje achei por bem dedicar esta presença ao João Meneres.

Como a Carminho é uma eleita dos seus intérpretes favoritos, quero deixar aqui o fado "Escrevi teu nome no vento" para que ouça e "deguste" como se de um néctar se tratasse.

Só quero que seja muito feliz ao ouvi-la.

domingo, 27 de novembro de 2011

Ainda o Fado


Mais uma vez realço este tema, uma constante do dia de hoje, pois considero que nunca é demais valorizar o feito conseguido por um dos ícones que nos representa a nível mundial.

Gostei de ver a peça nos telejornais e o tão esperado veredito da UNESCO - "Adopted".

Não há dúvida que foi uma recompensa para todos que de uma forma ou de outra contribuiram para este objetivo - cantores, músicos, compositores e até o público que tantas vezes aplaudiu e aplaude as gerações passadas e as presentes.

Hoje deixo-vos o Camané, premiado como a voz mais representativa da nova geração do fado.






quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Um violino a "cantar" fado

Ainda na continuação do Fado, que está na ordem do dia, ouçam esta violinista polaca.

Ela consegue fazer-nos chorar em dose dupla perante a sua fenomenal interpretação da música Com que Voz que por si só já faz com que se sinta a verdadeira nostalgia.




Natalia  decidiu adotar Portugal como sua terra aqui .

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Fado




         

 O VI Comité Inter-Governamental da UNESCO, que analisará a candidatura do Fado a Património Imaterial da Humanidade, começa hoje, em Bali, na Indonésia, decorrendo até dia 29.

E dirão vocês o que é que isso interessa numa altura em que a instabilidade do país impõe que nos debrucemos sobre assuntos mais importantes?

Mas é porque somos portugueses que também nos regozijamos que o fado seja visto internacionalmente como um padrão português que traduz muitos anos da vida de um povo que de sofrimento em sofrimento soube eleger uma canção que na voz de homens e mulheres traduziu os seus sentires, quereres e padecimentos.

Hoje deixo-vos o Carlos do Carmo com um dos muitos fados que gosto de ouvir, quer pela melodia, quer pela letra que define uma parte da vida popular do nosso país.



domingo, 20 de novembro de 2011

Nada mais atual...

Às vezes parece-nos impossível que algumas das tónicas da sociedade sejam uma constante de todos os tempos.

Da Monarquia (todas as Dinastias) à República (todos os Presidentes) se assistiu e assiste à continuação das mentiras e oportunismos que puxam as brasas sempre aos mesmos.

São eles por quem não passam as dificuldades impostas porque conseguem ultrapassá-las sempre às cavalitas das classes menos favorecidas.

A essas classes os favorecimentos não lhes chegam, pese embora a maior parte das vezes a sua dedicação ao estudo, ao trabalho e às causas sociais.

Será que teremos de continuar a viver deparando com as injustiças feitas a uns em benefício daqueles que quase não contribuem para o desenvolvimento do povo e do país?

Por isso vejam a oportunidade das quadras de Anónio Aleixo que, por força dos homens, continuam tão atuais.


CINCO QUADRAS

Acho uma moral ruim
trazer o vulgo enganado:
mandarem fazer assim
e eles fazerem assado.

Sou um dos membros malditos
dessa falsa sociedade
que, baseada nos mitos,
pode roubar à vontade.


Esses por quem não te interessas
produzem quanto consomes:
vivem das tuas promessas
ganhando o pão que tu comes.

Não me dêem mais desgostos
porque sei raciocinar...
Só os burros estão dispostos
a sofrer sem protestar!


Esta mascarada enorme
com que o mundo nos aldraba,
dura enquanto o povo dorme,
quando ele acordar, acaba.

António Aleixo
            



terça-feira, 15 de novembro de 2011

Muito interessante...

Recebi por mail e achei que era ótimo partilhar este vídeo.

Vejam lá se não é verdade.

Deveríamos todos questionar sempre que não entendemos.
Mas, sobretudo, deveríamos aprender a escrever para toda a gente comprender as  ideias, as instruções ...

Infelizmente o que se vê é precisamente o contrário; isto leva a que ou não se leiam documentos importantes ou, para os mais pacientes, a cada palavra terem de ir ao dicionário, o que leva, também, à desmotivação.

Um bom exemplo de tudo isto, são as leis





E não se esqueçam. Quando não perceberem perguntem, porque com a insistência talvez se consigam aclarar as mensagens que tantas vezes nos querem e teimam em passar.