quarta-feira, 7 de março de 2018

Divagações com destinatário




Ao longo da nossa vida e do caminho que nos foi traçado – e agora chamem destino ou o que melhor vos der jeito – somos confrontados com dezenas, centenas, milhares de situações que nos marcam de forma positiva ou negativa.

As alegrias, as tristezas, os momentos felizes, os menos felizes, tudo faz parte do percurso que somos obrigados a percorrer.

As alegrias dos filhos quando nascem , a sua infância enchem-nos de um encantamento que não é fácil explicar.
Quando crescem, por uma razão ou por outra, nem sempre conseguimos ultrapassar alguns pormenores menos razoáveis e que, sobretudo, farão com que  sintamos algumas vezes o peso da melancolia. Não nos podemos esquecer que a diferença das idades e vivências correspondem àquele eterno choque de gerações onde os mais velhos, por muito que tentem, não conseguem acompanhar os ritmos.

A família e os ascendentes, a sua  perda infalível, são cicatrizes que nos acompanham para sempre. Não é nada fácil recordarmos os nossos pais, avós e todos aqueles que nos marcaram positivamente para a vida.

Se por um lado as paixões, por muitas coisas e por alguns em especial,  nos levam em voos incertos e idealistas, por outro fazem-nos descer  à terra com a sensação de que tudo tem um tempo, uma duração, uma época, um instante.

De qualquer modo, devemos  agradecer a vida , porque mesmo que passemos por momentos de angústia, de menos saúde, de incerteza, devemos sempre viver o momento e deixar nas mãos de Deus (para os que creem) ou no tal chamado destino (para os outros), a continuação da nossa passagem por este mundo, com a certeza de que o nosso dia de partida será o que nos foi marcado no nosso dia de chegada e em nenhuma circunstância devemos antecipar sofrimento pelo que não podemos controlar.

Está mais que provado que pensamentos positivos ajudam a ultrapassar situações que de outro modo se prolongarão negativamente.

E não se esqueçam de rir porque também funciona como  antídoto para quase todos os males.


terça-feira, 6 de março de 2018

Nove anos *9*


Pois é, isto já não é bem o que foi, o que era, a partilha e a interação de alguns e de muitos.

As coisas mudaram, alguns deixaram de se dar ao trabalho de aparecer e mesmo aqueles ou aquelas que pareciam ser amigos e amigas, embora virtuais, que uma certa cumplicidade adivinhava para sempre, desapareceram sem deixar rasto porque talvez se sentissem maçados com um blogue sem pretensões e com assuntos sem a empolgância da política, das artes, das coisas muito "profundas", pelo menos aparentemente.

Daí também a minha adesão ao Facebook onde se sente mais a realidade daqueles com quem contactamos.

Mas não quero deixar passar sem assinalar mais um ano - NOVE - destas andanças que foi mesmo onde começou a minha viagem pela Net.

E por isso, para os poucos que ainda me visitam, com ou sem comentários, o meu obrigada pela paciência e boa vontade.

Além de tudo fica para assinalar a data uma foto tirada de minha casa, pouco visível porque a distância não permite, do navio encalhado junto ao Bugio.



Mas para que melhor vejam e comparem fica aqui a verdadeira foto que acompanhava as notícias que há pouco diziam assim:


"As operações para retirar o navio encalhado junto ao Bugio, na foz do Rio Tejo, na direcção da Cova do Vapor, foram suspensas ao fim da tarde, disse à Lusa o porta-voz da Autoridade Marítima Nacional, explicando que os trabalhos serão retomados durante a madrugada de quarta-feira.


Operações para retirar navio encalhado no Bugio suspensas
E mais uma vez muito obrigada a todos os que escolhem aturar as minhas divagações.     
Continuação de boa semana.

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

A minha magnólia...


Hoje tive uma feliz surpresa!

Vocês conhecem certamente a magnólia. É um arbusto, por vezes quase uma árvore, que tem uma particularidade que não conheço noutras espécies. 


Esta preciosidade, que me foi oferecida há uns anos, tem duas fases e ao longo do ano presenteia-nos com uma de cada vez. Sim, uma de cada vez porque quando os seus troncos se cobrem de folhas, não existem nunca flores e pelo contrário quando eles se começam a encher de flores, em nenhum deles existe sequer uma folha.


São realmente caprichos da natureza , mas eu hoje deixo aqui a foto do vaso onde a tenho e um pormenor de um dos botões por abrir para que apreciem melhor esta maravilha.







segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

terça-feira, 30 de janeiro de 2018

Tão morninho...


Com a previsão de hoje nos 17º / 9º, que dizer deste pôr do sol morninho, aqui de minha casa nos 16º pelas 18 h de hoje?



Infelizmente a chuva não tem caído o necessário para desolação do país, mas porque temos de viver com o que temos, pelo menos regozijemo-nos com as temperaturas amenas deste final do mês de Janeiro.

O sol também é uma benção que nos ajuda a aquecer o corpo e a alma e nos proporciona um recarregar de energias que nos permitem um dia a dia menos penoso e nos preparam para enfrentar diversidades, tristezas e angústias quando elas teimam em nos assaltar de surpresa.

Para todos uma boa semana morninha pois as previsões por aqui assim apontam.



quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

O mundo dá mesmo a volta...


Já vai sendo tempo de por aqui voltar a aparecer, embora também já aqui tenha dito que com a adesão ao Facebook amigos e conhecidos se encontram quase diariamente expondo e lendo o que se vai publicando.

Como a tertúlia é grande dá muito mais  satisfação interagirmos e comunicarmos quase que instantaneamente e assim podermos trocar ideias e saudações.

No entanto e como hoje foi esta a minha  publicação que partilhei do "Para Português Ler" citando Rafael Bordalo Pinheiro, achei por bem deixar também aqui este engraçado testemunho, não vá algum dos meus amigos ou amigas que passam por aqui não terem ainda, como eu a pedido do neto, cedido à onda "Facebokiana".

Digam lá que não está uma graça.

E eu disse:

"Confirma-se que em todos os tempos o utensílio para os "empacotar" foi sempre o mesmo. Salvo poucas e honrosas exceções convenhamos que não merecem mais."