quinta-feira, 13 de abril de 2017

Um presentinho de Páscoa

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Amira Willighagen tornou-se conhecida como cantora de árias de ópera e outras músicas clássicas com nove anos, sem nunca ter aprendido uma única música   Wikipédia
Nascimento: 27 de março de 2004 (13 anos), Nimega, Países Baixos
Nacionalidade: Holandês
Participou no Holanda's Got Talent onde deixou assistência e juri rendidos ao seu talento e conseguiu o passaporte dourado que a habilitou diretamente à final onde se sagrou vencedora em 28 de Dezembro de 2013.

Se quiserem ver essa  sua atuação podem passar a 
Amira Willighagen já está crescidinha, continua linda, nada convencida e agora com 13 anos feitos em Março continua a encantar todo o mundo com as suas interpretações.

Aqui podemos vê-la e ouvi-la numa interpretação de "O Sole Mio" tantas vezes quantas quisermos sem nos cansarmos, mas podem também escolher qualquer das suas interpretações que se encontram no Youtube.




Para todos vós desejos de uma


Páscoa Feliz   

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terça-feira, 11 de abril de 2017

E agora esta...


Um dia destes andava eu a remexer numas fotos antigas e ao encontrar esta deixei-a de parte para a mostrar ao meu neto que fará 13 anos daqui a um mês.

A brincadeira foi para lhe dizer que esta pequena, também de 13 anos, era neta de uma amiga minha e era para saber o que é que ele achava e se queria que eu arranjasse maneira de lha apresentar.

Ó vó, ela é gira mas um bocado antiquada para este tempo em que as raparigas não usam estes cabelos e não têm este ar.
Mas espera, tu estás a enganar-me, esta és tu!

Claro que nos tempos que correm e na generalidade as miúdas de 13 anos são bastante diferentes e salvo raras exceções usam pinturas que as fazem mais velhas e todo o ar que apresentam as aproximam mais dos 16.

E já agora digam lá se para 1963 o ar não estava de acordo com a época?

Mas deixem-me confessar-vos que não se teria perdido nada se tivesse tido a oportunidade de aumentar um pouco a ousadia e ter podido voar um pouco mais sem todos os condicionalismos que então eram impostos.

Cenas passadas e que certamente não terão cabimento nunca mais, porque eu digo sempre -
 "Nem tanto nem tão pouco"

quinta-feira, 6 de abril de 2017

Uma estória cá minha...


Desde pequenina e ao longo da minha vida lembro-me dos meus pais e avós chamarem com algum carinho a alguém a "senhora dos gatos" e isto porque sempre existia alguém que com desvelo e amor tratava de gatos que não só os seus e que preenchiam algum vazio da sua existência.

Tive uma luta na minha infância para ter um cão ou um gato, companhia que  sempre me foi negada pelos meus pais, mais pela minha mãe porque era quem estava em casa, dizendo que num apartamento não era possível a sua presença.

E os anos foram passando e habituei-me à ideia e mesmo depois de casada, de ter a minha casa e de ter o meu filho essa ideia perpetuou-se.

Já vos contei aqui do aparecimento da minha Riscas em Magoito e da minha indecisão de como seria ficar com ela.

Acresce que o seu aparecimento deu-se após a minha retirada um pouco compulsiva das minhas lides profissionais e tudo se conjugou para que a piquena se instalasse.

Foi sempre muito cooperante, amorosa, xixis e afins no sítio certo, umas riscadelas mas nada de mais.

Muitas vezes me pergunto o porquê da sua chegada num momento um pouco difícil da minha vida e o modo como ela foi e é importante para mim em termos de companhia e afetos.

Claro que é tratada que nem princesa e foi também a sorte dela uma vez que me contaram que tinha sido abandonada  na rua num sítio onde os cães lhe faziam a vida negra.

Hoje deixo-vos uma foto atualizada da Dona Riscas que continua no seu cantinho privativo, de onde vê o mar, as gaivotas, as rolas que nos quintais apanham o arroz que um vizinho lhes atira e até um gato amarelinho que vive no andar de baixo e que faz com ela uma conversa fiada quando se olham pela manhã.

Digam lá se não é caso para a apertar e aconchegar quando lhe pego ao colo.


Bom início de fim de semana e descansem tudo o que puderem porque esta vida anda um bocado rabiosa.


sábado, 25 de março de 2017

Já sabiam??

 
E fomos, somos e espero que não sejamos tanto um país de emigrantes. Sobretudo as gerações passadas do continente português que emigraram maioritariamente para França, deixaram raízes, e os filhos e netos por lá continuam e vão deixando algumas marcas no seu percurso.
 
Pelos vistos mais um caso de um portugûes que vai certamente deixar a vida de trolha para se dedicar à música - assim ele tenha a sorte de lhe darem a mão.
 
Foi realmente um sucesso esta comoção geral e o facto de por trás estar a carga emocional da dedicação da canção a sua mãe que partiu, foi certamente um peso positivo na decisão final.
 
Que tenha muito sucesso e que possa alcançar o seu sonho de vir a ser cantor.
 
Ora vejam a sua atuação
 
 

 
 
 

quarta-feira, 15 de março de 2017

Miss Saigon

Hoje deixo-vos este presentinho que acabou de preencher o meu serão.

Vi a versão de 2014 filmada no Prince Edward Theater e digo-vos que me agarrou verdadeiramente pelas fabulosas interpretações.

A estória é sobejamente conhecida mas esta reposição teve a ver com o 25º aniversário da estreia inicial e, segundo me apercebi, foi uma homenagem que correu por vários países.

Se não tiverem o "Popcorn Time" também podem ver no you tube, mas a versão do Popcorn é mesmo o filme da gala.

Enjoy it!



 

quarta-feira, 8 de março de 2017

Não percam...



Foi até um dos nomeados mas, como todos sabemos, o Óscar de melhor filme foi para Moonlight.

Também é evidente que não podem ganhar todos mas, dependendo dos gostos, muitas vezes até nem ganha o que em nossa opinião era o melhor.

E exatamente porque os gostos são discutíveis, deixo-vos este meu recado: se ainda não viram, experimentem, porque a estória é comovente, a interpretação fabulosa e acima de tudo é baseado num caso verídico.